CODIGO DE ÉTICA PASTORAL
COIMIADMA
CONVENÇÃO INTERNACIONAL DE MINISTROS DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS MISSIONARIA AMERICANA E OUTROS
INTERNACIONAL MINISTERS CONVENTION OF THE ASSEMBLY OF GOD AMERICAN MISSIONARY CHURCH
SEDE PROVISÓRIA
Bahia.
Código de Ética Pastoral da COIMIADMA-BAHIA
01ª CONVENÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL/COIMIADMA
NOÇÃO: CÓDIGO DE ÉTICA PASTORAL
Considerando que o Ministério Pastor(a)al é instituído pelo Senhor da Igreja;
considerando que o Pastor(a), que é chamado para exercer o Ministério, deve ser modelo e exemplo dos fiéis (1 Tm 4.12);
considerando que a Escritura estabelece critérios sobre a conduta e o comportamento do Pastor(a);
considerando que um texto sobre a ética Pastor(a)al foi apresentado e debatido em diversos concílios e conferências da COIMIADMA, inclusive examinado pela CEDC “Comissão de Ética e Disciplina da Convenção,
Propomos que a 1ª Convenção Internacional aprove o Código de Ética Pastor(a) com a seguinte redação:
Introdução:
O Pastor(a) é chamado para Pastorear o rebanho de Deus sob o Bom Pastor(a), Jesus Cristo ( 1 Pe 5.2,4). Há regras de conduta bem específicas para os obreiros de Deus na Escritura. Elas mencionam a capacidade de trabalho, a motivação pessoal, a conduta social e os proibitivos. Encontram-se em 1 Pe 5.1-4; 1 Tm 3.1-7; 4.16; 2 Tm 2.24-25; 4.2,5; Tt 1.7-9; 2.1,7-8:
1. Capacidade de trabalho para cumprir o ministério:
a. O ministro deve ser apegado à Palavra e ter cuidado da sã doutrina (não pode ser neófito);
b. o ministro deve pregar a Palavra, instar com integridade, reverência, com linguagem sadia e irrepreensível;
c. o ministro deve ser apto para ensinar e instruir, como evangelista e despenseiro de Deus;
d. o ministro deve exortar, convencer, disciplinar, corrigir, repreender - com mansidão e longanimidade;
e. o ministro deve suportar aflições.
2. Motivações pessoais:
a. O ministro deve ser piedoso;
b. o ministro deve ser espontâneo e ter boa vontade;
c. o ministro deve ter cuidado de si e ter domínio de si.
3. Conduta social:
a. O ministro deve ser irrepreensível, com bom testemunho dos de fora;
b. o ministro deve ter família padrão: uma só mulher, filhos educados;
c. o ministro deve ser hospitaleiro, amigo do bem, padrão de boas obras, modelo;
d. o ministro deve ser temperante, sóbrio, modesto, cordato, inimigo de contendas, brando, paciente, justo.
4. Proibitivos:
O ministro não pode ser constrangido ao ofício, ganancioso (avarento, cobiçoso), dominador, violento, arrogante, irascível, que goste de contenda e de muito vinho.
A espiritualidade recebida pela fé está continuamente sob ataque da natureza corrompida. Isto torna também o Pastor(a) frágil. Pode sentir-se exausto e sem recursos espirituais, seguido de um sentimento de frustração, fracasso ou revolta. A verdadeira espiritualidade só pode ser dada pela meditação no evangelho, que é o poder de Deus que cria e move a fé. A devoção diária com estudo e oração é básica para o Pastor(a). Como espiritual, aceita os seguintes princípios de conduta na grande tarefa de equipar, preparar e aperfeiçoar o povo de Deus (Ef 4.12) para serviço que são extensivos aos obreiros de todas as categorias dentro das Igrejas Filiadas a Convenção (COIMIADMA), inclusive os leigos.
I. ACEITAR AUTORIDADE
Há um elemento muito sensível que garante a existência da sociedade e que, no entanto, está sob contínuo ataque na rebelião do homem: a autoridade. como o homem em rebelião não aceita que Deus é Deus, assim ele também não quer servir sob nenhuma autoridade. Mas o “espírito voluntário” (Sl 51.12) do cristão aceita a autoridade.
Art. 1. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu aceito pela fé, acima de tudo, a autoridade de Deus e de sua Palavra, revelada em lei e evangelho na Sagrada Escritura. Minha primeira resposta é a adoração, demonstrada na confissão da fé, na oração e no culto pessoal ao meu Deus.
Art. 2. Como crente em Jesus e Pastor(a) FILIADO a COIMIADMA, eu aceito a autoridade dos princípios Bíblicos, por serem a clara e correta exposição da Palavra de Deus.
Art. 3. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu aceito a autoridade daqueles que são colocados por Deus acima de mim nas diferentes ordens sociais: na relação familiar e econômica, no governo e na igreja.
Art. 4. Como Pastor(a) eu aceito, especialmente, a autoridade daqueles que foram eleitos para governa na igreja: o presidente e a direção da igreja, os conselheiros, a diretoria da congregação, e outros que receberam esta autoridade. Entendo que também os colegas que me foram dados por Deus para mútuo conselho e exortação necessários para um ministério mais espiritual e eficiente. Onde eu mesmo exerço esta autoridade, seja na igreja, na congregação, na Convenção ou na família, entendo que não o posso fazer como dominador (1 Pe 5.3). Entendo que preciso exercer a autoridade recebida como quem serve em humildade ao meu próximo, (Jo 13.14-17) de quem recebi esta autoridade.
Art. 5. Como Pastor(a), eu aceito a autoridade de uma congregação ou uma Igreja sede que me chama, e respeito o seu direito de receber uma imediata participação do seu recebimento e uma pronta solução para o chamado. Estando a serviço de outra congregação ou Igreja ou agência da igreja, reconheço o direito desta de opinar comigo sobre o novo chamado. Reconheço que chamado é coisa pública na ordem social da igreja, ficando, inclusive, sob a autoridade do seu presidente e dos seus conselheiros distritais, com os quais preciso me comunicar. Reconheço que a congregação e/ou Igreja ou o segmento da igreja que me chamou também tem o direito de reavaliar o chamado e propor modificações.
Art. 6. Como crente em Jesus, eu aceito a autoridade de todo aquele que se dirige a mim por carta ou por outra forma de comunicação pessoal, reconhecendo a necessidade de dar uma resposta adequada dentro do menor prazo possível.
Art. 7. Como crente em Jesus, eu aceito a autoridade de todos os que vivem comigo na família, com os quais pratico a submissão mútua (Ef 5.21) porque abri espaço com ternura para viverem comigo. Lembro que nem mesmo sou a única autoridade sobre o meu corpo, pois o uni à esposa.
II. ACEITAR A LIBERDADE E SEUS LIMITES
A liberdade sempre é dada: Deus a dá e distribui. Há uma liberdade de mim mesmo, que Deus me dá pela fé. Esta liberdade me determina como aquele que está aí para servir o seu Senhor, servindo ao seu próximo. Como o meu próximo tem a mesma liberdade, surge o limite pela vocação de cada um.
Art. 8. Como Pastor(a), eu aceito a liberdade de filho de Deus e a coloco à disposição do meu Senhor para servir ao meu próximo.
Art. 9. Como crente protestante, eu aceito a liberdade de dispor do meu tempo, dos meus bens, dos meus dons, da minha nova vida em Cristo para servir sob o reino de Deus.
Art. 10. Como crente protestante, eu aceito o limite da minha liberdade, procurando respeitar o tempo, os bens e a vida do meu próximo.
Art. 11. Como crente em Jesus, eu respeito o direito que meu próximo tem à sua privacidade, afastando-me de qualquer tentativa de especular a respeito de suas vantagens ou de seus defeitos.
Art. 12. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu aceito o direito à privacidade dos congregados, não procurando penetrar, curiosamente em seu mundo de erros e ofensas quando não são conhecidos e públicos.
Art. 13. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu aceito o direito dos outros de modelar a sua vida de acordo com os privilégios éticos que lhes cabem. Nesse sentido, procurarei não impor os meus padrões nem abusar de seu tempo por visitas alongadas, nem sobrecarregando-os com os problemas dos outros.
Art. 14. Como crente em Jesus e Pastor(a), lembrarei aos congregados o meu direito de ser consultado em assuntos que dizem respeito à minha Igreja. Nesse sentido, falarei com meus colegas para não aceitarem meus Membros para aconselhamento sem que o tenhamos acertado devidamente com a Igreja Local. Também não aceitarei pessoas de outras Igrejas para aconselhamento sem acerto devido com o colega.
Art. 15. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu aceito o direito que meu colega, que me precedeu no ministério em determinado lugar tem de ver o seu nome protegido de falsas interpretações. Nesse sentido, procurarei sempre falar bem do colega, interpretando tudo da melhor maneira.
Art. 16. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu aceito o direito e responsabilidade Pastor(a)al de meu colega Pastor(a), não intrometendo-me em sua área de trabalho nem oficiando em sua Igreja sem autorização clara dele, de sua Igreja ou da presidência da COIMIADMA.
Art. 17. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu aceito a liberdade de trabalhar em equipe com os outros, tanto com os líderes de Igrejas Filiadas a COIMIADMA como com os colegas Pastor(a)es, sem ver neles concorrentes, mas dons de Deus para aperfeiçoamento dos santos (Ef 4.12). Entendo que trabalho em equipe também inclui aceitar admoestação quando eu faltar a compromissos assumidos.
III. RESPEITAR A ESCALA DE VALORES
Como crentes em Jesus, nós entendemos que há certas prioridades numa escala de valores. Estas precisam estar sempre claramente diante de nós quando precisamos decidir.
Art. 18. Como crente em Jesus, eu aceito uma escala de valores em que o espiritual tem precedência sobre o físico e o material. Lembro-me de que uma pessoa tem mais valor do que todo o mundo, e que o reino e sua justiça vem em primeiro lugar, sendo depois acrescentadas as coisas.
Art. 19. Como crente em Jesus, eu aceito a primazia do reino de Deus sobre as coisas, procurando distribuir meu tempo, meus bens e meus talentos de acordo com esta escala de valores. Assim com “espírito voluntário” (Sl 51.12) buscarei, em primeiro lugar, uma orientação segura na Palavra do Senhor para então fazer a distribuição do meu tempo, meus bens e dos meus talentos nas ordens sociais em que Deus me colocou por sua vocação. Entendo que equipar, preparar e aperfeiçoar os santos (Ef 4.12) é tarefa básica do Pastor(a).
Art. 20. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero discernir entre tarefas urgentes e outras menos urgentes, entre tarefas necessárias e outras menos necessárias.
III. DEFENDER A HONRA DO PRÓXIMO
O mundo entende que é fácil destruir alguém, destruindo a sua honra. Já se matava com a língua nos tempos bíblicos. O crente entende que a honra pode ser considerada uma ordem social, pois Deus defende a honra do próximo no oitavo mandamento.
Art. 21. Como crente em Jesus e Pastor(a) Filiado a Convenção COIMIADMA, eu me comprometo a guardar o sigilo confessional. Minha congregação precisa saber que jamais trairei segredos que me foram confiados em confissão ou no aconselhamento Pastor(a)al.
Art. 22. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero “falar pelo mudo” (Pv 31.8). Sei que preciso falar sempre quando alguém é acusado injustamente.
Art. 23. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu vou procurar cobrir, o quanto possível, os pecados dos irmãos. Nesse sentido, quero ser um consolador e ajudador e quero estar aí para os outros, para ajudar a carregar o peso de sua vida desde que eu veja no meu colega o arrependimento do fundo da alma.
Art. 24. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero interpretar tudo da melhor maneira, defendendo os meus colegas no ofício, meu presidente, meu conselheiro, minha diretoria, minha igreja, os membros da minha congregação e meu próximo,bem como todos os Membros da minha Convenção COIMIADMA.
Art. 25. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero usar de moderação ao julgar os outros, sabendo que também eu tenho minhas fraquezas, que precisam de perdão.
Art.26. Como Pastor(a) preciso lembrar que tenho que respeitar o púlpito do meu colega ou minha colega quando for convidado pelo mesmo para pregar em sua igreja,tenho que respeita o mesmo ou a mesma para que não deixe censura no seu ministério com os seus membros.
V. RECONHECER OS DIREITOS DE PROPRIEDADE
Cada pessoa tem certos bens que são suas conquistas na vida. Podem ser propriedades, invenções, idéias. O mundo reconhece que quem inventou, pode patentear sua invenção. O cristão também reconhece que o próximo tem direito a sua propriedade. Ela não está simplesmente à minha disposição.
Art. 27. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu reconheço o direito do meu próximo sobre a sua propriedade. Desta forma, não posso simplesmente invadir a sua propriedade nem fazer uso dela sem a sua autorização.
Art. 28. Como crente em Jesus, reconheço também que todos os bens que me foram confiados por Deus possuem uma variada finalidade. Suprir minhas necessidades e de minha família, mas também as do próximo como parte do meu culto a Deus. Desta forma não devo utilizar meus bens egoisticamente, mas administrá-los para Deus dentro das ordens sociais.
Art. 29. Como crente em Jesus e Pastor(a), não quero enfeitar-me com “plumas alheias”. Assim, quando quero usar pensamentos, sermões, poesias e artigos de outros que não são de domínio público eu quero, primeiro, verificar se tenho autorização para usá-los. E quando o fizer, eu quero dar o crédito ao seu autor, citando as fontes.
Art. 30. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero valorizar os esforços dos outros que me ajudaram a crescer. Sei que não me diminui quando reconheço e valorizo a aprendizagem que fiz com alguém.
Art. 31. Como crente em Jesus e Pastor(a), quero ser muito cuidadoso e consciencioso com valores que me foram confiados. Sei que preciso administrar os bens que me foram confiados e prestar contas com exatidão a quem mos confiou.
Art. 32 Como Pastor(a) e membro da Convenção COIMIADMA tenho que honrar com os compromissos que eu fizer em nome da Igreja que estiver Pastoreando, jamais posso dividir um ministério de um Colega,se estiver tomando conta de uma Congregação devo saber que os bens adquirido com Ofertas,Dízimos,Doações,Votos e ETC são da Igreja e não meus,por isso devo a qualquer tempo que sair do ministério presta contas com o Pastor(a) Presidente do ministério ou da Convenção.
VI. EQUILIBRAR RESPONSABILIDADES
Quando uma pessoa fica envolvida demasiadamente com um certo assunto, ela pode ficar unilateral em seu julgamento ou em suas ações. Todos nós pertencemos a todas as ordens sociais: família, governo e igreja. Em cada uma temos certas responsabilidades.
Art. 33. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero cuidar para equilibrar minhas responsabilidades como Pastor(a) com as demais responsabilidades como esposo, pai, assalariado, súdito e como membro da minha sociedade e do meu país. Nesse sentido preciso reavaliar continuamente minha permanência na mesma Igreja ou tarefa por tempo acima ou abaixo do conveniente e produtivo.
Art. 34. Como Pastor(a), reconheço minha responsabilidade de Pastor(a)-mestre para equipar, preparar e aperfeiçoar os santos (Ef 4.12) na Igreja ou outra atividade da igreja. Entendo que só assim cada um do povo de Deus poderá desempenhar sua tarefa como membro do corpo de Cristo. Reconheço a responsabilidade de equipar os congregados para viverem sua vida cristã de adoração a Deus em confissão de fé e missão, em oração e culto doméstico e público. Da mesma forma, preciso equipar os santos para viverem a sua fé em amor e serviço ao próximo nas inúmeras oportunidades de sua vocação nas diferentes ordens sociais. Ainda preciso equipá-los para compreenderem a vida sob a cruz na esperança cristã.
Art. 35. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero dividir bem o meu tempo para atender todos os meus compromissos. Lembro especialmente o meu compromisso de pregar, de escrever devoções e artigos, de estudar, de visitar, de aconselhar, e de instruir para equipar, preparar e aperfeiçoar os santos. Para isso, preciso buscar energias novas e conhecimentos atualizados em conferências, concílios e outras oportunidades de estudo, na certeza de que não estou caminhando sozinho nesta tarefa sublime.
Art. 36. Como crente em Jesus e Pastor(a), reconheço minha responsabilidade com a sociedade em que vivo, usando a linguagem, os modos e os trajes adequados a cada momento de convívio social. Entendo que também tenho responsabilidade com minha saúde pessoal e social, dando um bom exemplo de preparo físico e mental, de limpeza e asseio pessoal, de equilíbrio entre trabalho e lazer, de sensatez e seriedade na administração dos recursos disponíveis, de moderação no comer e no beber, evitando drogas e vícios da sociedade e guardando distância da poluição moral do mundo em que vivemos.
VII. RESPEITAR A RESPONSABILIDADE DOS OUTROS
A tendência humana é sentir-se o centro do mundo. Achamos que temos soluções para os problemas do mundo. Desta forma, muitas vezes tomamos a liberdade de decidirmos pelos outros, não dando-lhes a oportunidade de tomarem a sua decisão ética que Deus requer.
Art. 37. Como crente em Jesus e Pastor(a), eu quero aprender a incentivar os outros a tomar as suas decisões diante de Deus. Entendo que ninguém pode crer pelo outro, ninguém pode viver pelo outro, e que ninguém, por isso, deveria decidir pelo outro. Pois cada um será responsabilizado diante de Deus.
Art. 38. Como crente em Jesus e Pastor(a), quero ajudar o meu próximo e, especialmente, ao congregado de minha Igreja, a tomar as suas decisões, ensinando-lhe o processo de decisão. Entendo que o processo de decisão, depois de ter recebido de Deus, pela fé, um espírito voluntário, é o seguinte: 1. conhecer a lei imutável de Deus, os Dez Mandamentos; 2. conhecer as leis variáveis de Deus, como são verificadas nas diversas ordens sociais e na experiência do povo de Deus; 3. pedir em oração que Deus me faça decidir bem; 4. fazer a minha decisão, na certeza de que Deus me guia e que me quer perdoar os erros; 5. agradecer a Deus quando me permitiu decidir bem; voltar a Deus, em arrependimento, quando decido erradamente; 6. viver a vida com alegria, quando houve boa decisão; fazer nova decisão quando possível, quando esta não foi correta.
Art. 39. Como Pastor(a), quero estar à disposição do meu próximo para aconselhar e ajudar, respeitando, no entanto, a sua responsabilidade de decidir. Mesmo que nem sempre possa concordar com a sua decisão, quero aprender a respeitar a decisão do meu próximo, pois ele será responsabilizado por Deus.
Art. 40. Como Pastor(a), entendo que não há espaços livres de pecado, porque continuamos a ser simultaneamente justos pelo evangelho e pecadores pela lei. Como, no entanto, pela fé recebemos a verdadeira espiritualidade a minha decisão como crente em Jesus será a favor da justiça e contra a injustiça. Isto não garante sempre uma decisão entre certo e errado. Muitas vezes deverá ser uma decisão entre menos e mais prejudicial. Mesmo sabendo que não serei perfeito, eu sou chamado a decidir continuamente como um pecador espiritual que recebeu um novo espírito voluntário pela fé.
Art.41. Como Pastor(a), entendo que não devo me portar indecentemente, vestindo roupas indecorosas, transparentes, curtas, coladas no corpo, decotadas, sem mangas, com mangas curtas, usos de cintos largos, pinturas nas unhas de cor, pinturas nos olhos, como membro da Convenção não devo vestir calça, exceto em locais de exigência trabalhista, não posso me expor a praias com roupas inadequadas,como pastora tenho que cuidar do meu corpo mas não posso cortar meu cabelo curto pois tenho que ser exemplo para minhas ovelhas, como Pastor(a) não posso estar em locais que têm má reputação.
Art.42 Como Pastor(a) sei que tenho que cumprir com os disposto neste Código de Ética Pastoral da Convenção do COIMIADMA,pois sei que o não cumprimento deste código de Ética Pastoral me acarretará as penalidades exposto no Estatuto, RI e Código de Disciplina desta Convenção.
Conclusão
Em suma, como crente protestante e Pastor(a), eu quero praticar o que Paulo diz ao Pastor(a) Tito: “... vivamos no presente século, sensata, justa e piedosamente.”